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Planos de Desenvolvimento
Publicado em: 11/09/2024 - 14:15
Autor (a): imo@unesc.net
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O Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da UNESC apresenta os dados referentes à mortalidade por neoplasia de próstata nos municípios do sul de Santa Catarina, abrangendo as regiões AMUREL (Laguna), AMREC (Carbonífera) e AMESC (Extremo Sul Catarinense), no período de 2015 a 2019.
No Brasil, o câncer de próstata é a neoplasia maligna mais comum entre homens, sendo responsável por 29,2% das mortes masculinas. Estima-se que um homem morre a cada 38 minutos devido à doença, principalmente acima de 55 anos (INCA, 2021). Em Santa Catarina, em 2020, foram estimados 1.720 novos casos, com taxa bruta de 47,08 por 100 mil habitantes.
Na região de Laguna, o maior percentual de óbitos ocorreu, com 46% (140 mortes), concentrando-se em Tubarão (31%), Imbituba (11%) e Braço do Norte (8%). Na região Carbonífera, foram registrados 35% (106 mortes), com Criciúma liderando (44%), seguido de Içara (12%) e Orleans (8%). O Extremo Sul Catarinense apresentou 19% (59 mortes), com maior incidência em Araranguá (34%), Santa Rosa do Sul (12%) e Turvo e Sombrio (8% cada).
A neoplasia prostática é silenciosa; quando os sintomas aparecem, cerca de 95% dos tumores já estão avançados. Entre os sinais estão dor óssea, dificuldade ou dor ao urinar, vontade frequente de urinar e presença de sangue na urina ou sêmen, tornando o tratamento mais complexo (Sociedade Brasileira de Urologia, 2021).
Estes dados reforçam a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico regular para homens acima de 50 anos, especialmente em regiões com maior mortalidade.
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